Guarujá, a pacata (mas não tão pacata assim) cidade onde nasceu essa que vos tecla, é conhecida também como Ilha do Sol (marilienses de plantão, acreditem em mim, chega a QUARENTA E TRÊS FUCKING GRAUS CELSIUS no verão). Não, apesar das saudades, não é essa a ilha do título.

É bem verdade também que digo que Marília tratasse de uma ilha de civilização (nem tão civilizada assim) cercada de sítios e fazendas por todos os lados. Mas também não é exatamente esse o tema do post.

A ilha que inspira o título na verdade é psicológica (tenho medo de usar essa palavra, coisas de gente leiga).  Trata-se de uma ilha de comodismo, sono, comida, preguiça,  estudos e coisas estranhas como rock ‘n’ roll 😛

Ah, droga, sempre que eu tento escrever um post sério acabo sei lá, informalizando-o. Enfim, é o que temos 🙂

Bom, o fato é que tenho me isolado, e quanto mais tento me isolar, mais os amigos vem me procurar: oferecer visitas, pedir visitas, me chamar pra sair e coisas do gênero. Não sei se vocês já desconfiavam disso, mas não sou do tipo popular ou festeira (vide tag é sábado e estou na frente do computador, haha) e apesar de gostar muito dos meus amigos e falar freneticamente quando estou com eles, gosto de ficar sozinha. Assim sendo, é bem raro quando me convencem a sair, a visitar ou mesmo a ser visitada. Sei que isso é de uma filhadaputagem sem proporções, afinal fica difícil manter amizades assim, e meu gênio já não é lá aquelas coisas. Nada disso me motiva a mudar, e os estudos também não colaboram.

Dificilmente você irá achar um vestibulando de Medicina sincero dizendo que acha que estuda mais que o suficiente. Isso porque essa quantia não existe! Tipo, você pode estudar até estourar, sempre (quando que é sempre? SEMPRE!) e ainda assim vai achar que é pouco. Não é diferente comigo. Meu humor anda um fiasco (oi, nenhuma TPM dura meses, tá?), tenho dormido muito, comido mais ainda e me exercitado nadinha. Tenho estudado relativamente mal, lido relativamente nada e me preocupado bastante. Feelings de uma montanha russa emocional, se querem saber.

Mas existe na minha ilha uma ponte. Algo que me ajuda na comunicação com o mundo lá fora, que me distrai e me informa de coisas importantes ou não. Meus queridos, o nome disso é Twitter!

Acredite, essa porcariazinha de 140 caracteres vicia insanamente.  Mais que orkut, msn e chocolate. Se quiserem me achar, estou por aquelas bandas pelo menos uma ou outra hora por dia. Lá eu reclamo, me informo, revejo alguns friends, conheço outros, reclamo mais um pouco e saio pra estudar. É legal 🙂

Bom, por hora é isso. Tenho feito alguns simulados, tomado alguns sustos (faculdades lindas marcando vestibular na mesma data, isso me estressa) e avaliado mil e duas possibilidades. Vai dar tudo certo. So I hope.

Abraço aos imortais!

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