Pensei em escrever sobre o dia em que eu estava voltando pra casa tão cansada que fui enganada assustadoramente pela minha visão periférica. Passei em frente uma loja que possuia uma bandeira em cima do prédio, que por falta de vento, estava caída. Ou uma criança de aparentemente três anos olhava, de pé no parapeito com as mãos para trás, para os carros e o poste cuja iluminação oscilava. Não, era só uma bandeira avermelhada.

Achei improdutivo fazer mais uma crônica, tão recente que são as minhas últimas duas crônicas.

Pensei em escrever sobre as ironias da vida, mas né? Já estamos todos bem cientes delas…

Poderia escrever também sobre como A Menina dos Livros não anda mais tão só com os livros, e que isso até pode fazer parte das ironias da vida.

Pensei em não escrever…

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