Não há fome, não há cansaço, não há dor.

Os dias são curtos e as noites são longas. Estas, em claro, quase sempre.

A tensão é palpável. A competitividade, óbvia.

O comer vira abastecer e o dormir, recarregar.

Tudo bem insalubre: Seja por fora, seja por dentro.

Os risos se tornam doentios e os silêncios, perturbadores.

Uma menção, uma cobrança da mais sutil pode ser “A Borboleta do Caos”

Nos ponteiros dos relógios, apenas movimentos circulares. As horas apenas passam.

There’s no hope.

 

 

 

Um adendo:

Se você é positivista, meus parabéns. Existem outras 54 publicações nas quais você pode exprimir sua visão otimista e de bem com a vida, mas nessa não. Ora, também não quero que você seja pessimista como essa publicação ou que tenha mais pensamentos assim. Por que eu escrevi? Para tirar de mim. Vai passar.

 

 

Outro adendo:

Resta alguma dúvida de que estou falando da proximidade do ENEM  vestibular?

 

“More than this

Whatever it is

Baby, I hate days like this” [2]
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