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…I’ll cry if I want to.

 

 

Um dos motivos pelo qual eu não confio em aniversários. E acredito em inferno astral.

 

 

E a faNema tá logo aí…

 

You would cry too if it’s happened to you…

 

(mais um daqueles post’s em que eu não escrevo porra nenhuma, mas estava muito querendo postar).

(segunda-feira, 2 de novembro de 2009)

Os vestibulares estão absurdamente perto. É nessa época do ano que as pessoas começam a ficar estranhas, mal humoradas e com olheiras monstruosas, a sorrir pouco e fazer piadinhas de humor obscuro. Sinistro, não?
Dei uma grande sumida nesse mês de outubro. Também pudera, parece que as coisas esperam os ano inteiro para acontecerem só nessa época! Enem deu mancada, Unicamp deu banana pro Enem e os vestibulandos ameaçaram suicídio coletivo. E eu, como estudante organizadíssima que devia ser, deixei pra demarcar meu calendário a poucos dias e o que verifico?

Bem, de 5 domingos no mês de novembro eu tenho vestibular em 3. Nada mal para meu primeiro ano, não?
Bom, quem precisa de vida quando o vestibular tá aí, não é mesmo? ._.
Fiquei fez pela prova da Famema ser a última, assim já vou ter a experiência das duas anteriores (visto que, como comentei em outro post, a Famema é minha favorita, e menos concorrida).
Todos me dizem pra ser otimista, mas nem por isso preciso ser utópica. E por isso me pego pensando: – E se eu não passar esse ano? Ora bolas, eu estudei a vida toda em escolas públicas e estou fazendo (junto com o 3º do Ensino Médio) um cursinho alternativo, por mais que me esforce devo ser realista.
Mas enfim, o que farei se não passar? Vou me matar. Mas não de forma rápida, prática e pouco dolorosa. Vou me matar devagarinho, trabalhando em algum serviço escravo pra pagar um cursinho noturno.
Parece loucura, né? Trata-se da forma que encontrei de matar dois coelhos com uma machadada só: trabalho e satisfaço exigências de famíliares e agregados (aquelas pessoas que não tem nada a ver com o peixe, mas que amam opinar), e faço um cursinho reforçado, já que definitivamente, cursinhos alternativos não são a melhor opção (apesar de terem me quebrado um galho esse ano).

Meu aniversário é dia 10 deste mês (faço 18 anos) e tenho por hábito avaliar minhas mudanças nas proximidades dessa data. Esse ano dei um passo enorme rumo ao meu sonho, tanto psicologicamente quanto aos estudos. Amadureci, vi que as melhores conquistas são, por ironia, as mais difíceis, e que os dias passam ainda mais rápido quando são bem aproveitados. Aprendi que boas amizades não se perdem por falta de tempo, ou mesmo pela distância, e que aquelas pessoas que você vê todos os dias farão falta quando seus dias mudarem. Eu mudo, os dias mudam, as pessoas mudam e isso é bom.