Atenção: Esse post foi feito por uma pessoa com diversos transtornos psicossociais (ai como eu odeio essa ortografia), portanto não se assuste com as fugas de sentido, na aciclicidade da narrativa e  na ausência do bom senso.

“Eu, que nunca fiz pactos

Que sempre rompi tratos

E que já rasguei contratos

Eu, que sempre quebrei promessas

Um dia acordei às avessas

E disse que as coisas iriam mudar

Logo eu, que traí meus próprios ritos

Que silenciei meus próprios gritos

Senti algo novo no ar

Vou caminhar segundo minhas regras

Cumprir apenas as juras concretas

Valer-me apenas de minha razão”

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