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Mitos a parte: Fuvest

No episódio anterior:

Prestei Enem, Unesp e Unicamp. Pelo calendário, faltava Fuvest, Famema e Unifesp. No auge da minha felicidade por ter atendido as expectativas da banca de redação da unicamp (pelo menos eu acho, né? shausahahsuhsu) nem tava me estressando com a Fuvest, afinal, quem é que queria ter aula de genética com a Mayana Zatz, não é mesmo? ~ironia fina~

♫ Quem tem medo da fuvest, da fuvest, da fuvest? ♫

Os porquinhos cantando não prestam Medicina, eu sou o porquinho construindo a casa e a Fuvest, o lobo mau (dica, né?). Ah, e eu não sei construir, logo a casa caiu. Literalmente

 

E ontem eu fiz a tal da prova da Fuvest. Eu já tinha feito N simulados, fuvestões e afins, mas nunca tinha feito a prova em si. Que por sinal, é surreal.

Senta que lá vem estória:

Comecei a prova. Minha sala tinha 20 alunos e era provavelmente a única do campus da Unesp que tinha umas cadeiras parecidas com poltronas lindas e fofinhas. Pensei comigo “bom sinal”.

Ah, as ilusões…

Ah, e era uma sala no térreo. SEM AR CONDICIONADO (ao passar pelo termômetro da rua, mesmo estando em cima da hora, notei que faziam belíssimos 33ºC. Sensação térmica: 50ºC).

Mas, porém, entretanto, todavia, nas circunstâncias inscritas na ocasião em questão, havia uma porta de vidro, que dava pro gramado da Unesp. Bem, vale ressaltar que a FFC (Unesp – Marília) é um campus com 99,8% de gramado, banquinhos entre árvores e coisas do gênero. Eu, particularmente, adorava isso quando fazia cursinho lá (e imagino que a galerë da filosofia e da ciências sociais também curta). A fiscal, muito gente boa, por sinal, pediu para abrirem a porta. \o/

Nossa prova foi praticamente ao ar livre, sahsuhasusahshahus. O que, naquele calor louco, foi um alívio.

Nessa hora, eu nem tava tão nervosa. Na verdade, tava desesperançada demais pra estar nervosa.

A relatividade do tempo é uma coisa louca, né? Até o Machado achava isso! Mas a questão é que os 15 minutos antes da fiscal entregar a prova são… eternos! Parecem horas, juro!

Mas algumas horas depois ela entregou a prova. “Caraca, o que que eu faço? Já vi que não presta começar por matemática então… ai, Biologia, isso!”. Ah prova de Biologia nem tava tão louca assim. Consegui fazer as questões e fui pra química.

Vale lembrar que eu fechei o Ensino Médio sem saber balancear uma droga de uma equação. Gente, é verdade isso. Tapa na face da campanha dos tucanos “São Paulo, cada vez melhor”.

Mas, INCRIVELMENTE, consegui fazer a prova de química. Sério cara, consegui. Ai eu tava muito feliz e não queria estragar a felicidade. Fui pra História. De história pra umas questões interdisciplinares ESTRANHÍSSIMAS e delas pra Geografia. De lá pra português (e caiu literatura na primeira fase, sendo que no dia anterior eu tinha falado que era só na segunda HAHAHA fail :/) mas até aí tudo bem. Sei que chegou uma hora que não tinha mais escolha, eu tinha que começar a me arriscar nas contas. Aí eu fui pra Matemática.

Vou te comer, vou te comer

Gzuis, o que era aquilo! Gente, aquela prova veio do além, sério. SÉRIO, CARA! Vocês não acreditam em bicho papão? Pega a prova de matemática da Fuvest e põe embaixo da cama. Não tem criança que durma!

Me senti como quando estava no 2º colegial e fiz meu primeiro simulado da Fuvest (do objetivo hahaha). Ainda não sei se parte do meu desespero se deve a canseira da prova, ou se eu não sei matemática mesmo, rs. Mas sei que não rolou aquelas questões. Isso mesmo, simplesmente NÃO ROLOU.

E não é que o bicho pegou, gente? (alusão ao post anterior, rs)

Ontem, corrigindo o gabarito, voltei a pensar em como eu seria uma ótima garçonete. Crises a parte, eu preciso de uma semana linda e renovadora, que me dê novas forças pra Famema, no domingo.

Entei, ajuda!

Singularidades

E este é o post que eu adiei, procrastinei, mas me vejo inclinada a escrever. Já tenho 19 anos (fiz feixtinha no cursinho, foi tão legaaal *.*), já prestei o ENEM (Haddad sem mãe), a UNESP (desconsolo) e a UNICAMP (loucura, loucura). Já surtei, esperneei, disse que isso não era pra mim e pensei em como eu seria uma ótima garçonete (ou não, minha coordenação motora é um desastre).

~~~~~~PAUSE~~~~~~~

Aí você, seu lindo, se pergunta: “puts, mas ela não vai ser médica? Bisturi… suturas… ela não tinha que PELO MENOS TER UMA COORDENAÇÃO MOTORA DECENTE?”. Isso eu resolvo depois… (posso começar a fazer tricô, que nem a Izzy do Greys Anatomy).

~~~~~~PLAY~~~~~~


Bom, já que falei que fiz as provas, deixa eu contar minhas críticas não-construtivas sobre elas, né?

(continue lendo essa porcaria)

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