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Faz, na noite mariliense, um calor tremendo. Enquanto isso, eu, de férias criadas do cursinho, resolvi arrumar umas coisas.

Já faz um tempo desde que li o post da Bruna Latrônico sobre os álbuns de fotografia.

E eu descobri que jogo fora as coisas antigas que estão em meu poder para não me encher de lembranças. Cartões, cartas, letras de músicas, “coisas velhas”.

É meio que um desapego forçado.

E aí eu vi que estava com duas ou três fotos de infância em meu quarto e fui guardá-las em seus devidos álbuns, no quarto da minha vó.

E eu não resisto às fotos. Fucei todos os álbuns.

“Nossa, eu era gordinha. Essa senhora não era louca. Ele era vivo…”.

E sentada na cama da minha avó, rodeada por álbuns, relembro o que a Bruna disse no post: Nossos filhos não encontrarão fotos no fundo de uma gaveta no quarto e nem sentirão aquele misto de pudor e saudades olhando fotos que não foram “posadas” nem “ensaiadas”. Fotos com parte do dedo do fotógrafo aparecendo e com o Sol fazendo reflexo.

Eles, que ainda nem existem, mal poderão imaginar o que estarão perdendo.

 

Essa fica na penteadeira da minha vó. Eu tinha uns 6 anos...

 

Eu e meu avô. Uns 4 anos...

 

Creio eu que não produzimos mais boas lembranças.

 

 

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Negativas

Não há fome, não há cansaço, não há dor.

Os dias são curtos e as noites são longas. Estas, em claro, quase sempre.

A tensão é palpável. A competitividade, óbvia.

O comer vira abastecer e o dormir, recarregar.

Tudo bem insalubre: Seja por fora, seja por dentro.

Os risos se tornam doentios e os silêncios, perturbadores.

Uma menção, uma cobrança da mais sutil pode ser “A Borboleta do Caos”

Nos ponteiros dos relógios, apenas movimentos circulares. As horas apenas passam.

There’s no hope.

 

 

 

Um adendo:

Se você é positivista, meus parabéns. Existem outras 54 publicações nas quais você pode exprimir sua visão otimista e de bem com a vida, mas nessa não. Ora, também não quero que você seja pessimista como essa publicação ou que tenha mais pensamentos assim. Por que eu escrevi? Para tirar de mim. Vai passar.

 

 

Outro adendo:

Resta alguma dúvida de que estou falando da proximidade do ENEM  vestibular?

 

“More than this

Whatever it is

Baby, I hate days like this” [2]

Não quero dar notícias porque não as tenho em primeira mão. As coisas andam em um pé em que minhas notícias, ditas pela voz de amigos, me fazem mais sentido do que se eu as fosse explicar (tem haver com “ficar no centro do furação e não ver o caos em volta”) . De qualquer forma, o ano será (já o é) de grandes turbulências, senhores passageiros. E essa coisa de ficar tomando grandes decisões importantes todos os dias está me matando.

E a minha atualização na descrição do “Quem” está… suspensa, por hora. Talvez eu não saiba quem sou.

E eu quero me sentir novamente a vontade pra escrever o que me der na telha, sem ser sobre ‘notícias minhas’.

Mas há algo estranho…

(A peça com problema se localiza entre o teclado e a cadeira na frente da máquina, senhora. E não dá pra trocar.)

Outubro

“Outubro, por favor, faça tudo dar certo. Ou só menos errado. Só por um mês, faça tudo dar certo, depois veremos o que vamos fazer em novembro…”   Caio Fernando Abreu

Obviamente, estou tensa. Inflamações vestibulísticas a parte (outubrite, maionite, setembrite) tenho conseguido estudar alucinadamente. Minhas coisas estão uma bagunça e faz tempo que não sei o que é ficar sem ter o que fazer, mas estou bem.

Querem ver meu calendário? Só fiz até dezembro, mas serve:

Proíbo críticas quanto ao uso do Paint, ok?

Vcs viram algum final de semana livre ali em novembro?

Não? Puxa olha de novo.

Nada?

É, eu tb não ._.

Incrível eu escrever um post sobre outubro nas últimas semanas, né? Mas minha criatividade [?] anda meio baixa, e sinceramente, não sei como vcs aguentam me ler 😦  Juro que até eu me enjoô com essa chatisse toda, rs.

Cara, eu estudei. Estudei como nem sabia que podia estudar, e quero ver frutos. Se não for uma aprovação, ao menos resultados melhores que os do ano passado… Mas eu quero mesmo é a aprovação, hahaha

E manja aquela sensação de ‘cavalo de corrida’? Todo mundo apostando em vc, torcendo por vc, e dá um medo danado de não atender as expectativas… E eu só quero mesmo que tudo dê certo em outubro, que as coisas andem direitinho e em novembro eu vejo o que faço.

Muitos dos meus amigos já desistiram de tentar me recuperar da ilha do vestibular, aquela que eu citei há alguns pos’ts. Acredite, eu acho melhor assim. Mas até tenho saído algumas vezes, então não enlouqueci ainda não 🙂

Meu aniversário tá chegando e isso não é uma cobrança por presentes e algo me preocupa: vou fazer 19 anos. Ano que vem, meus colegas de Ensino Médio (fora aqueles que estão casando e tendo filhos, SHAUSHUAHSUAHSUAHUSAHUSA ou aqueles que não resolveram nada da vida) vão para o segundo ano de faculdade… Na verdade eu nem ligo, cada curso bocó na Unimar que esse povo tá fazendo, eu hein? rs

Bom, observando o calendário, notasse que a primeira prova é

O ENEM

Quem lembra no ano passado quando eu xinguei loucamente o Enem 2009?  So… I need tell a secret!

Nunca dei a mínima bola pro ENEM. No Segundo ano, quando prestei e vi que a prova era… babaca, criei uma imagem meio pejorativa do ENEM. Aí TODAS AS UNIVERSIDADES RESOLVERAM QUE O ENEM RULEIA. Eu que fiz a prova ‘nas coxas’ me ferrei (y). E esse ano, com a paulista usando como PRIMEIRA FASE e a Ufscar usando como fase única, o cinto aperta, né?

On the other hand…

Se a prova desse ano for a mesma BALBÚRDIA do ano passado, eu não vou resistir e vou fazer mais um post exclusivo de críticas não-construtivas hehehe

Aí depois do ENEM a coisa desbunda de uma vez, com todas as provas acontecendo na sequencia e lá, na primeira semana de dezembro está o amor da minha vida:  a FAMEMA!

Eu só queria um lugar confortável dentro daquela faculdade linda na qual fiz cursinho esse ano. Podia levar uma surra em todas as outras provas. Podia até ser aprovada pras segundas fases em janeiro QUE NEM IRIA PRESTAR! Mas eu queria ir pra lá…

É com esse clima de tensão, expectativas, desespero e chocolates com café que tenho vivido. No que isso dará?

Cenas dos próximos capítulos 😀

Eu quero mesmo é dizer, caro leitor, que estou feliz por compartilhar contigo essa coisa bagunçada que é meu humor. E que comentar no blog alheio não arranca pedaço, viu? hsuahsuahusahshauhsa E pedir desculpas pelos grandes tempos de ausência…  creio que tu desconfies o motivo!

So, that’s it!

Abraço aos imortais!

Seus lindos, hoje é aquele dia em que você, ser em relação (quase sempre desarmônica) de parasitose, na casa de seus digníssimos pais (ou em situação de parasitose em outra casa, vivendo com a mesada de seus ainda digníssimos pais) pensa:

– Por que eu não sou mais criança? Era tão legaaaal…

Sua consciência: –  Tá querendo presente, né? Vai, liberte sua criança interior, passe o lustra-móvel na face and go go go pedir pra sua mãe aquele jogo do banco imobiliário que faria sua infância mais feliz!

*momento I’m a little bit Peter Pan* hahaha

Até ganhei dinheiro pra comprar meu presente de dia das crianças, aí me peguei na Americanas com “Anjos e Demônios” do Dan Brown pensando seriamente em perguntar se eles embrulham pra presente… (que é? eu gosto de rasgar papel de embrulho!) rs.

Não levei o livro. Tô pensando ainda no que me darei de presente, e do jeito que a grana anda currrta aqui em casa, acho que vou guardar, hahaha! (vacas magras, oi?)

Last year, in the twitter, várias pessoas colocaram em seus avatares fotos da infância na época do Dia das Crianças e eu achei divertido ver toda a galerë na aurora de suas infâncias! Sendo assim:

 

Eu, minutos antes de deixar meu irmãozinho sem ar 😀

 

Se não me engano, contava meras 5 primaveras nessa foto, e meu irmão umas duas. Eu usava franja reta. E marias-chiquinhas.

Marmanjos do meu Brasil (e de outros países, vá saber!), esse é um post curto com o único intuito de desejar a todos um feliz dia das crianças; e que não amadureça – além do que se faz necessário – a criança sorridente que há em nós!

PS: Post’s sobre tensões pré-vestibular, desespero e outubrite ficam… pra uma outra hora. Pára gente, vamos comer doces! [/gorda

 

Milhõõõõees de balinhas *_______* uma mar, um oceano de balinhas, omg! Eu sou a balinha preta, ali em cima, viu? rs

 

Wilsoooon…?

Gostaram do meu cabelo novo? SHUASHUAHSAHSA

E aí, tudo certo? Acharam que eu tinha morrido, né? Não, não morri. Ainda.

É agosto. Trocadilhos a parte com o mes do desgosto, as coisas andam bem tensas. Tenho estudado num ritmo alucinado e tenho tido alguns chiliques. Coisas de vestibulando.

No começo do ano, e até antes das férias, os intervalos entre as aulas eram curtos e… barulhentos! Muitas risadas, gente conversando e fazendo piadas, parecia que passava voando. No intervalo de ontem constatei: estamos todos MUITO tensos. Cara, tava tudo tão quieto! E já faz alguns dias que o intervalo parece interminável, mas o tempo não variou. É meu amigo, a tensão afeta a todos os envolvidos, mais cedo ou mais tarde.

Já deixei registrada a minha indignação por vestibulares cujas datas coincindem, né? Porra, Paraná, qualé teu problema com os paulistas, hein? Porra UEL, qualé teu problema com a UFPR, hein? Tá louca, fia? hunf!

E ao que me consta, a prova da Famema esse ano vai ser uma das últimas que vou prestar, assim como o ano passado (sem contar as segundas fases, isso é outro problema).

Se eu pudesse dar uma dica pra quem vai prestar vestibular no ano que vem e ainda não está tendo que estudar, essa dica seria: Quer ler alguma coisa legal? Qualquer coisa, desde Sherlock Holmes, Lygia F. Telles, Saramago até… Crepúsculo?! Meu, então LEIA, PORQUE ANO QUE VEM NÃO VAI DAR TEMPO, VOCÊ VAI TER 2019827317317 OBRAS MALDITAS PRÉ VESTIBULAR + 28317070301 GUIAS DO ESTUDANTE PESANDO NA SUA AGENDA. Fica a dica!

Quem leu meu último post deve ter saído daqui com cara de ” o_O WTF, ela nunca postou contos, será que um alien dominou a Carol?” Não, nenhum alien me dominou, mas eu sempre morri de vontade de postar um conto pra ver no que dava. Segredo: Tenho um caderno velho com vários textos do tipo contos ou crônicas, falta é coragem pra postar; e tempo pra escrever boas leituras. A tendência da falta de tempo é piorar.

Vocês devem (ou deveriam) ter notado que minha escrita tá bem aciclica, né? Tipo, tem várias coisas que gostaria de falar, mas quando vou escrevê-las… elas somem! Tô fazendo plantão de redação pra melhorar isso, shaushauhsauhsuahsua

Aconteceu muita coisa. Meu gato morreu 😦 Nossa, chorei horrores, era muito apegada a ele (ainda tem uma foto minha com o Chechel no fundo do meu celular), tinha ele há dois anos. Quem teve gato sabe, é complicado. Mas já passou. E fui doar sangue, pela primeira vez! Meu Deus, aquilo não é uma agulha, é uma tubulação, cacete! Brincadeira pessoas, não se intimidem com a agulha de diâmetro gigante, vale a pena. Se serve de consôlo, o lanchinho deles é legal 🙂

Mais uma das novidades é meu novo vício: Grey’s Anatomy! Pra quem não conhece, é uma série que se passa num hospital com residentes da cirurgia. Quando me falaram, eu pensei: Ai, mais uma daquelas séries mimimi pra pessoas viciadas em coisas sangrentas e que não aguentam mais assistir Jogos Mortais. Não, não é bem assim, guys!

Grey’s Anatomy é sim uma série pra estômagos corajosos, mas tem mais! Tem um enredo ótimo, uma trilha sonora super e diálogos bem bolados. Vou postar um trecho dentre os favoritos:

Ep.4: -“As vezes a realidade tem um jeito de se esgueirar e nos morder o calcanhar. E quando a represa explode, só nos resta nadar. O mundo do fingimento é uma gaiola, não um casulo; só conseguimos nos enganar por um tempo. Nós nos cansamos, nós temos medo, e negar não muda a verdade.  Mais cedo ou mais tarde temos que parar de negar e encarar o medo, com nossas armas em punho. A negação não é uma poça d’água: é um oceano enorme. Então, o que que a gente faz pra não se afogar?” (Meredith Grey)

Nhaim, é lindo, não é? Ai gente, é minha terapia, a forma como eu me divirto antes de estudar aquelas coisas horrendas de matemática.

Esse post ficou estranho, mas por hora é o que temos. Foi mal gente, tenho que estudar (e fazer as unhas, meu Deus, olha só pra isso!) Beijão, rs

Ilha

Guarujá, a pacata (mas não tão pacata assim) cidade onde nasceu essa que vos tecla, é conhecida também como Ilha do Sol (marilienses de plantão, acreditem em mim, chega a QUARENTA E TRÊS FUCKING GRAUS CELSIUS no verão). Não, apesar das saudades, não é essa a ilha do título.

É bem verdade também que digo que Marília tratasse de uma ilha de civilização (nem tão civilizada assim) cercada de sítios e fazendas por todos os lados. Mas também não é exatamente esse o tema do post.

A ilha que inspira o título na verdade é psicológica (tenho medo de usar essa palavra, coisas de gente leiga).  Trata-se de uma ilha de comodismo, sono, comida, preguiça,  estudos e coisas estranhas como rock ‘n’ roll 😛

Ah, droga, sempre que eu tento escrever um post sério acabo sei lá, informalizando-o. Enfim, é o que temos 🙂

Bom, o fato é que tenho me isolado, e quanto mais tento me isolar, mais os amigos vem me procurar: oferecer visitas, pedir visitas, me chamar pra sair e coisas do gênero. Não sei se vocês já desconfiavam disso, mas não sou do tipo popular ou festeira (vide tag é sábado e estou na frente do computador, haha) e apesar de gostar muito dos meus amigos e falar freneticamente quando estou com eles, gosto de ficar sozinha. Assim sendo, é bem raro quando me convencem a sair, a visitar ou mesmo a ser visitada. Sei que isso é de uma filhadaputagem sem proporções, afinal fica difícil manter amizades assim, e meu gênio já não é lá aquelas coisas. Nada disso me motiva a mudar, e os estudos também não colaboram.

Dificilmente você irá achar um vestibulando de Medicina sincero dizendo que acha que estuda mais que o suficiente. Isso porque essa quantia não existe! Tipo, você pode estudar até estourar, sempre (quando que é sempre? SEMPRE!) e ainda assim vai achar que é pouco. Não é diferente comigo. Meu humor anda um fiasco (oi, nenhuma TPM dura meses, tá?), tenho dormido muito, comido mais ainda e me exercitado nadinha. Tenho estudado relativamente mal, lido relativamente nada e me preocupado bastante. Feelings de uma montanha russa emocional, se querem saber.

Mas existe na minha ilha uma ponte. Algo que me ajuda na comunicação com o mundo lá fora, que me distrai e me informa de coisas importantes ou não. Meus queridos, o nome disso é Twitter!

Acredite, essa porcariazinha de 140 caracteres vicia insanamente.  Mais que orkut, msn e chocolate. Se quiserem me achar, estou por aquelas bandas pelo menos uma ou outra hora por dia. Lá eu reclamo, me informo, revejo alguns friends, conheço outros, reclamo mais um pouco e saio pra estudar. É legal 🙂

Bom, por hora é isso. Tenho feito alguns simulados, tomado alguns sustos (faculdades lindas marcando vestibular na mesma data, isso me estressa) e avaliado mil e duas possibilidades. Vai dar tudo certo. So I hope.

Abraço aos imortais!

Mudanças

Agora é oficial, esse é o novo layout do AMdL (fiquei meia hora pensando em como ficaria uma sigla pro blog, sério! É pouco sonora, eu sei, mas é o que temos).

‘Aprendi’ a mexer no photoshop no tapa pra fazer esse cabeçalho. Na verdade eu tinha feito um super legal e bem bolado, mas não achei nenhum tema onde ele ficasse legal 😦 É a vida…

Bom, sempre tive grandes dificuldades pra aceitar mudanças em qualquer coisa, desde comprar um guarda-roupa novo até mudar de teclado (meu teclado velho tinha falecido e comprei um novo exatamente do mesmo modelo pra vocês terem uma ideia, hauahuahuaha) e com a cara do blog não tá sendo diferente. Testei bem uns 20 temas (e quem conhece minha net sabe o quanto isso pode ser um desafio) e esse foi o que doeu menos aos meus olhos. Quero ficar com ele por um bom tempo.

Apesar de agora estar aqui e ter uma apostila de Zoologia e Embriologia do Objetivo emprestada em cima da minha mesa me esperando, eu tenho estudado relativamente bem. Sou péssima pra seguir cronogramas e horários, então tem dias que eu estudo seis horas além cursinho e tem dia que estudo três (teve até os dias em que estive doente e não estudei hora alguma, mas isso não vai acontecer de novo, espero).

Ah, deixa eu contar: Na sexta-feira cheguei umas duas horas antes do horário do cursinho na Famema. Sempre chego pelo menos uma hora antes porque tem plantão ou vou pra ler o jornal do dia (hábito que estou adquirindo agora); e a faculdade tava MUITO vazia. Mas muito MESMO! Tava chovendo bastante e o pessoal tinha ido pra CalouMed *sintam o nível de inveja subir* aí eu deixei meu material espalhado numa mesa da biblioteca e fui andar pelo laboratório de morfologia que estava DESERTO. Descobri que não é proibido ao pessoal do cursinho ir lá, mas que não é seguro tocar em nada.

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E um viva à minha criatividade nula para o título do post ¬¬”

Olá. Tudo bem? Espero que sim, mas se não tiver a gente conversa 🙂

Bem, tive minha primeira semana no cursinho da Famema. Apresentações animadas, dois dias pra recepção dos newbies, risadinhas sarcásticas discretas (ou seria minha mania de perseguição em ação?) enfim, nenhuma anormalidade.

No terceiro dia começaram as AULAS de fato. É estranho estar de volta no cursinho e sentir como se tudo fosse tão novo. E era, afinal a Famema é todo um universo a parte no território mariliense (assim como a Unesp, mas TOTALMENTE distinta da mesma).

Talvez, e somente TALVEZ eu comece a realmente gostar de Física. Na verdade eu sempre achei física o máximo, mas a mesma nunca foi muito com a minha cara 😦 Mas os dois professores de Física que me foram apresentados até agora me pareceram algo como os professores de Humanas da Unesp: totalmente apaixonados por sua disciplina. Parece que não, mas pra mim isso faz uma baita diferença, ainda mais nessa matéria tão antipática.

Ano passado, por estar ainda no Ensino Médio e vagabundear na internet, principalmente no twitter eu acabei não tendo tempo pra estudar como é digno à uma Vestibulanda de Medicina. Isso não vai acontecer esse ano…

OK, EU CONFESSO, TEM UMA LISTA DE VINTE EXERCÍCIOS DE TRIGONOMETRIA ME ESPERANDO E EU NÃO FIZ NEM 20% DELA E ESTOU AQUI!

caspitta… 😦

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Faaala, consciência!

Olá, querido leitor. Cá venho pra lhe informar alguns trechos, coisas e frases que me perseguem. Escrevo e satisfaço a consciência, que se torna a cada dia, uma senhora mais complacente. Autorizo a platéia a encará-los como preferirem e peço que se quiserem, pra me falar alguns trechos e frases que lhes atormentam a cabeça :D.

” -Mas, sem acreditar em mais de uma vida, como evitar o desespero? – protestou Igraine – Que deus justo criaria homens desgraçados, ao lado de outros felizes e prosperos, se todos tivessem apenas uma vida?

-Não sei – respondeu Merlim. – Talvez queiram que os homens se desesperem com a dureza do destino, para que procurem de joelhos o Cristo, que os levará ao Céu. Não sei no que acreditam os seguidores de Cristo, e o que esperam.”

(diálogo entre Igraine e Merlim – As Brumas de Avalon – Livro I)

” – […] O que obviamente não presta sempre me interessou muito. Gosto de um jeito carinhoso do inacabado, do malfeito, daquilo que desajeitadamente tenta um pequeno voo e cai sem graça no chão.”

Clarice Lispector  (diva, né? ♥)

“Só eu posso pensar/ Se Deus existe/ Só eu/ Só eu posso chorar/ Quando estou triste/ Só eu

Marisa Monte, trecho da música “Cérebro eletrônico” (yeah, é a daquela novela estranha,  mas na novela não é a Marisa que canta)

” Se você acha que tem pouca sorte, se lhe preocupa a doença ou a morte. Se você sente receio do inferno, do fogo eterno de Deus, do mal…”

Trecho da música “Eu sou egoísta”, do Raul Seixas uhuul, toca Raul  belamente interpretada pela Pitty emo é a mãe, carai neste vídeo.

Uma observação: Eu fui criada ouvindo Raul Seixas, Secos e Molhados, Gilberto Gil e outras coisas (incluindo Irom Maidem e Kiss daddy querido) e achei a interpretação da Pitty melhor que a original 🙂 Gente, ouve as duas, é lindo *-*

Creio eu que estou entrando em uma crise religiosa. Faz algum tempo (quase dois anos) que me digo agnóstica, e com isso satisfaço minha comodidade de discordar de todas as religiões e minha consciência em não me ver como atéia. Fui criada como católica, batizada e bla bla bla,  não fiz 1ª comunhão por acaso e meus irmãos estão fazendo. As vezes vejo a expressão de decepção do meu pai, como se pra ele, eu interpretasse as coisas de forma errada. E tal vez seja, visto que não acredito na verdade absoluta. No que acredito? Não sei. Apenas duvído, de tudo que me dão espaço para duvidar, e por acaso duvido que o Ser Humano seja a melhor coisa existente (um dos motivos de não me considerar atéia).

E ler As Brumas de Avalon me dá vontade de ser druida, hahaha!

Ah, amanhã/hoje é a prova pro CAUM (Cursinho Alternativo da Unesp de Marília) e marquei entrevista pro DACA (o alternativo da Famema). Não tenho estudado, só lido e twitado all the life. 😀

Eeeeeeeee, estou very agradecida pelo horário de verão estar acabando, odeio Sol às sete da noite, okay?

Se, por um acaso imprevisto, eu achar mais trechos dignos pra esse post, aqui colocarei enquanto for cômodo não fazer outro 🙂

Bjos e comentem colocando seus melhores trechos/frases/letras de música/sambinhas enfim, o que quiserem e se quiserem ♥