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Negativas

Não há fome, não há cansaço, não há dor.

Os dias são curtos e as noites são longas. Estas, em claro, quase sempre.

A tensão é palpável. A competitividade, óbvia.

O comer vira abastecer e o dormir, recarregar.

Tudo bem insalubre: Seja por fora, seja por dentro.

Os risos se tornam doentios e os silêncios, perturbadores.

Uma menção, uma cobrança da mais sutil pode ser “A Borboleta do Caos”

Nos ponteiros dos relógios, apenas movimentos circulares. As horas apenas passam.

There’s no hope.

 

 

 

Um adendo:

Se você é positivista, meus parabéns. Existem outras 54 publicações nas quais você pode exprimir sua visão otimista e de bem com a vida, mas nessa não. Ora, também não quero que você seja pessimista como essa publicação ou que tenha mais pensamentos assim. Por que eu escrevi? Para tirar de mim. Vai passar.

 

 

Outro adendo:

Resta alguma dúvida de que estou falando da proximidade do ENEM  vestibular?

 

“More than this

Whatever it is

Baby, I hate days like this” [2]

Talvez chova.

Domingo primaveril, chove timidamente em Marília. Agora são quase duas da tarde.

Fez calor e depois fez frio. E ainda duvidam que a temperatura influi no temperamento humano. Acordei e fiz cooper com meu pai enquanto estava Sol. Agora que chove não quero nem mesmo me levantar para colocar um casaco e me proteger do vento que entra por baixo da porta.

Talvez eu não goste tanto assim da chuva.

Talvez eu não goste tanto assim do dia de hoje, que comemora (ou lamenta) um sábado igualmente chuvoso e igualmente confuso há 365 dias atrás.

Talvez eu não saiba do que goste e eu não seja decidida, apenas teimosa. E talvez eu tenha um orgulho bem “incabível”.

Talvez sim, talvez não. Talvez talvez.

Só sei que nadar sei, rs.

E o Enem taí, a Unesp taí, a Famema (aquela maledeta que fará prova no meio de novembro) taí. E eu tenho 3872389113 mols de exercícios e muito tempo disponível ~agora~ para fazê-los. Mas sei lá…

“More than this

Whatever it is

Baby, I hate days like this”