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Imagine você

… que existe, dentre os detritos e atritos de uma instituição pública qualquer, pessoas que acreditam no lugar onde trabalham. Poucas, é bem verdade, mas existem. Os que a defendem, como defenderiam uma empresa, um time ou uma religião. Ou uma cor, um perfume.

Como quem defende algo.

Imagine ainda que conheço de longe uma dessas pessoas, uma senhora, e que pra dizer bem a verdade, não faço ideia do que ela faz naquele lugar. Ela poderia ser a melhor em lugares bem melhores do que em uma triste instituição semi-falida, mas não. Ao que tudo indica, ela se conforma com seu perfeccionismo pungente, aflitivo e constante em um lugar onde o caos impera.

Pensei a início que fosse comodismo. Tanto tempo em terras tão inférteis…

Não é comodismo. Ainda há brilho onde eu sei que houveram sonhos. Ainda há vigor.

Talvez estivesse esse tempo todo esperando ser reconhecida, identificada, gratificada por fazer da melhor forma aquilo que todos os outros fazem de qualquer jeito.

Talvez sofresse em silêncio uma inconformação implacável.

E hoje, como quem conversa coisas banais e reclama de coisas banais, eu olhei no fundo dos seus olhos e perguntei, como quem exclama uma indignação que não me pertence:

-O que você tá fazendo aqui?

A resposta foi interrompida pelo tempo e espaço. Mas creio que não havia uma resposta mais concreta do que a que ouvi:

– É um carma.

“Yo no creo en brujas, pero que las hay… las hay.”

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Negativas

Não há fome, não há cansaço, não há dor.

Os dias são curtos e as noites são longas. Estas, em claro, quase sempre.

A tensão é palpável. A competitividade, óbvia.

O comer vira abastecer e o dormir, recarregar.

Tudo bem insalubre: Seja por fora, seja por dentro.

Os risos se tornam doentios e os silêncios, perturbadores.

Uma menção, uma cobrança da mais sutil pode ser “A Borboleta do Caos”

Nos ponteiros dos relógios, apenas movimentos circulares. As horas apenas passam.

There’s no hope.

 

 

 

Um adendo:

Se você é positivista, meus parabéns. Existem outras 54 publicações nas quais você pode exprimir sua visão otimista e de bem com a vida, mas nessa não. Ora, também não quero que você seja pessimista como essa publicação ou que tenha mais pensamentos assim. Por que eu escrevi? Para tirar de mim. Vai passar.

 

 

Outro adendo:

Resta alguma dúvida de que estou falando da proximidade do ENEM  vestibular?

 

“More than this

Whatever it is

Baby, I hate days like this” [2]

Não quero dar notícias porque não as tenho em primeira mão. As coisas andam em um pé em que minhas notícias, ditas pela voz de amigos, me fazem mais sentido do que se eu as fosse explicar (tem haver com “ficar no centro do furação e não ver o caos em volta”) . De qualquer forma, o ano será (já o é) de grandes turbulências, senhores passageiros. E essa coisa de ficar tomando grandes decisões importantes todos os dias está me matando.

E a minha atualização na descrição do “Quem” está… suspensa, por hora. Talvez eu não saiba quem sou.

E eu quero me sentir novamente a vontade pra escrever o que me der na telha, sem ser sobre ‘notícias minhas’.

Mas há algo estranho…

(A peça com problema se localiza entre o teclado e a cadeira na frente da máquina, senhora. E não dá pra trocar.)

E se…

E se eu me ferrasse naquilo em que dediquei um ano de meus esforços?

E se desse tudo errado?

E se tudo ainda fosse muito pouco?

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Pensei em abandonar esse espaço virtual que cultivo há quase dois anos. Em nunca mais postar nada ou simplesmente deletar a conta e quando alguém fosse no google me procurar, não achasse. Tudo pra não dizer o que farei de meu 2011.

Como sempre, eu tenho um plano. Dos bizarros…

Em 2011, não haverá um post do primeiro dia de cursinho. Não haverá aventuras das aulas de física, nem passeios ilegais no laboratório de morfologia.

Nada disso…

O meu plano bizarro é trabalhar (dessa vez eu tô falando sério!!!) em 2011, juntar dinheiro (de preferencia, 80% do meu salário) e pagar um cursinho FUEDA em 2012.

Tudo isso porque eu fui mal em tudo que poderia ter ido mal.

E consegui um emprego.

Então talvez eu não seja mais “A menina dos livros” e nada mais faça sentido.

Ao menos por um ano…

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Não, não tem outro jeito.

Outubro

“Outubro, por favor, faça tudo dar certo. Ou só menos errado. Só por um mês, faça tudo dar certo, depois veremos o que vamos fazer em novembro…”   Caio Fernando Abreu

Obviamente, estou tensa. Inflamações vestibulísticas a parte (outubrite, maionite, setembrite) tenho conseguido estudar alucinadamente. Minhas coisas estão uma bagunça e faz tempo que não sei o que é ficar sem ter o que fazer, mas estou bem.

Querem ver meu calendário? Só fiz até dezembro, mas serve:

Proíbo críticas quanto ao uso do Paint, ok?

Vcs viram algum final de semana livre ali em novembro?

Não? Puxa olha de novo.

Nada?

É, eu tb não ._.

Incrível eu escrever um post sobre outubro nas últimas semanas, né? Mas minha criatividade [?] anda meio baixa, e sinceramente, não sei como vcs aguentam me ler 😦  Juro que até eu me enjoô com essa chatisse toda, rs.

Cara, eu estudei. Estudei como nem sabia que podia estudar, e quero ver frutos. Se não for uma aprovação, ao menos resultados melhores que os do ano passado… Mas eu quero mesmo é a aprovação, hahaha

E manja aquela sensação de ‘cavalo de corrida’? Todo mundo apostando em vc, torcendo por vc, e dá um medo danado de não atender as expectativas… E eu só quero mesmo que tudo dê certo em outubro, que as coisas andem direitinho e em novembro eu vejo o que faço.

Muitos dos meus amigos já desistiram de tentar me recuperar da ilha do vestibular, aquela que eu citei há alguns pos’ts. Acredite, eu acho melhor assim. Mas até tenho saído algumas vezes, então não enlouqueci ainda não 🙂

Meu aniversário tá chegando e isso não é uma cobrança por presentes e algo me preocupa: vou fazer 19 anos. Ano que vem, meus colegas de Ensino Médio (fora aqueles que estão casando e tendo filhos, SHAUSHUAHSUAHSUAHUSAHUSA ou aqueles que não resolveram nada da vida) vão para o segundo ano de faculdade… Na verdade eu nem ligo, cada curso bocó na Unimar que esse povo tá fazendo, eu hein? rs

Bom, observando o calendário, notasse que a primeira prova é

O ENEM

Quem lembra no ano passado quando eu xinguei loucamente o Enem 2009?  So… I need tell a secret!

Nunca dei a mínima bola pro ENEM. No Segundo ano, quando prestei e vi que a prova era… babaca, criei uma imagem meio pejorativa do ENEM. Aí TODAS AS UNIVERSIDADES RESOLVERAM QUE O ENEM RULEIA. Eu que fiz a prova ‘nas coxas’ me ferrei (y). E esse ano, com a paulista usando como PRIMEIRA FASE e a Ufscar usando como fase única, o cinto aperta, né?

On the other hand…

Se a prova desse ano for a mesma BALBÚRDIA do ano passado, eu não vou resistir e vou fazer mais um post exclusivo de críticas não-construtivas hehehe

Aí depois do ENEM a coisa desbunda de uma vez, com todas as provas acontecendo na sequencia e lá, na primeira semana de dezembro está o amor da minha vida:  a FAMEMA!

Eu só queria um lugar confortável dentro daquela faculdade linda na qual fiz cursinho esse ano. Podia levar uma surra em todas as outras provas. Podia até ser aprovada pras segundas fases em janeiro QUE NEM IRIA PRESTAR! Mas eu queria ir pra lá…

É com esse clima de tensão, expectativas, desespero e chocolates com café que tenho vivido. No que isso dará?

Cenas dos próximos capítulos 😀

Eu quero mesmo é dizer, caro leitor, que estou feliz por compartilhar contigo essa coisa bagunçada que é meu humor. E que comentar no blog alheio não arranca pedaço, viu? hsuahsuahusahshauhsa E pedir desculpas pelos grandes tempos de ausência…  creio que tu desconfies o motivo!

So, that’s it!

Abraço aos imortais!

Wilsoooon…?

Gostaram do meu cabelo novo? SHUASHUAHSAHSA

E aí, tudo certo? Acharam que eu tinha morrido, né? Não, não morri. Ainda.

É agosto. Trocadilhos a parte com o mes do desgosto, as coisas andam bem tensas. Tenho estudado num ritmo alucinado e tenho tido alguns chiliques. Coisas de vestibulando.

No começo do ano, e até antes das férias, os intervalos entre as aulas eram curtos e… barulhentos! Muitas risadas, gente conversando e fazendo piadas, parecia que passava voando. No intervalo de ontem constatei: estamos todos MUITO tensos. Cara, tava tudo tão quieto! E já faz alguns dias que o intervalo parece interminável, mas o tempo não variou. É meu amigo, a tensão afeta a todos os envolvidos, mais cedo ou mais tarde.

Já deixei registrada a minha indignação por vestibulares cujas datas coincindem, né? Porra, Paraná, qualé teu problema com os paulistas, hein? Porra UEL, qualé teu problema com a UFPR, hein? Tá louca, fia? hunf!

E ao que me consta, a prova da Famema esse ano vai ser uma das últimas que vou prestar, assim como o ano passado (sem contar as segundas fases, isso é outro problema).

Se eu pudesse dar uma dica pra quem vai prestar vestibular no ano que vem e ainda não está tendo que estudar, essa dica seria: Quer ler alguma coisa legal? Qualquer coisa, desde Sherlock Holmes, Lygia F. Telles, Saramago até… Crepúsculo?! Meu, então LEIA, PORQUE ANO QUE VEM NÃO VAI DAR TEMPO, VOCÊ VAI TER 2019827317317 OBRAS MALDITAS PRÉ VESTIBULAR + 28317070301 GUIAS DO ESTUDANTE PESANDO NA SUA AGENDA. Fica a dica!

Quem leu meu último post deve ter saído daqui com cara de ” o_O WTF, ela nunca postou contos, será que um alien dominou a Carol?” Não, nenhum alien me dominou, mas eu sempre morri de vontade de postar um conto pra ver no que dava. Segredo: Tenho um caderno velho com vários textos do tipo contos ou crônicas, falta é coragem pra postar; e tempo pra escrever boas leituras. A tendência da falta de tempo é piorar.

Vocês devem (ou deveriam) ter notado que minha escrita tá bem aciclica, né? Tipo, tem várias coisas que gostaria de falar, mas quando vou escrevê-las… elas somem! Tô fazendo plantão de redação pra melhorar isso, shaushauhsauhsuahsua

Aconteceu muita coisa. Meu gato morreu 😦 Nossa, chorei horrores, era muito apegada a ele (ainda tem uma foto minha com o Chechel no fundo do meu celular), tinha ele há dois anos. Quem teve gato sabe, é complicado. Mas já passou. E fui doar sangue, pela primeira vez! Meu Deus, aquilo não é uma agulha, é uma tubulação, cacete! Brincadeira pessoas, não se intimidem com a agulha de diâmetro gigante, vale a pena. Se serve de consôlo, o lanchinho deles é legal 🙂

Mais uma das novidades é meu novo vício: Grey’s Anatomy! Pra quem não conhece, é uma série que se passa num hospital com residentes da cirurgia. Quando me falaram, eu pensei: Ai, mais uma daquelas séries mimimi pra pessoas viciadas em coisas sangrentas e que não aguentam mais assistir Jogos Mortais. Não, não é bem assim, guys!

Grey’s Anatomy é sim uma série pra estômagos corajosos, mas tem mais! Tem um enredo ótimo, uma trilha sonora super e diálogos bem bolados. Vou postar um trecho dentre os favoritos:

Ep.4: -“As vezes a realidade tem um jeito de se esgueirar e nos morder o calcanhar. E quando a represa explode, só nos resta nadar. O mundo do fingimento é uma gaiola, não um casulo; só conseguimos nos enganar por um tempo. Nós nos cansamos, nós temos medo, e negar não muda a verdade.  Mais cedo ou mais tarde temos que parar de negar e encarar o medo, com nossas armas em punho. A negação não é uma poça d’água: é um oceano enorme. Então, o que que a gente faz pra não se afogar?” (Meredith Grey)

Nhaim, é lindo, não é? Ai gente, é minha terapia, a forma como eu me divirto antes de estudar aquelas coisas horrendas de matemática.

Esse post ficou estranho, mas por hora é o que temos. Foi mal gente, tenho que estudar (e fazer as unhas, meu Deus, olha só pra isso!) Beijão, rs

Último ato

Cada pessoa vive ou deveria viver como protagonista de sua vida.

O mundo pode até girar ao redor do Sol, mas o Sol só nasce para aquecer os que vivem, reconfortar os que sofrem e manter no estranho ritmo as coisas da Terra. O que seria de um protagonista sem enredo, coadjuvantes, personagens secundários e um cenário.
A única diferença é que a vida não segue o que foi planejado no script. As pessoas podem planejar o quanto quiserem, mas fogem ao seu alcance as circunstâncias que garantiriam os planos do backstage – e nem sempre elas se lembram disso.

Meio ébrio, caminhava pela noite. Passavam-se das três horas da madrugada e não tinha dinheiro para continuar bebendo. Conhaque estava cada vez mais caro. Caía uma garôa aguada e comum nas noites da cidade e o descrente e desapaixonado ser andava sem procurar se esconder da garôa ou apertar o passo. Marchava.

A conhecera há uma semana, num encontro com amigos. Conversou com a escolhida, predestinada criatura, por algumas horas e algo em seu inconsciente decidiu: Será ela minha coadjuvante! Aquela menina era a atriz que ele queria para encenar ao seu lado no teatro da vida. Parecia feliz, zelosa, carinhosa e compreensiva. Não era exageradamente bonita, mas nem de todo feia. Sua mãe a adoraria como nora e concordaria em como ela seria uma boa mãe para seus netos. Teriam uma vida bonita e seus filhos se orgulhariam deles.Sim, era ela! Só faltava que ela soubesse disso.

Há dois dias atrás da madrugada de hoje, mandou-lhe no celular uma mensagem. Leu e releu as poucas palavras, pensando em que poderia melhorar a frase. A menina tinha uma pronúncia boa, faria maus olhos com qualquer erro gramatical e queria conquistá-la acima de tudo.

Esperou a resposta. Quinze minutos, uma hora, um dia, dois dias. A ansiedade lhe corroía as vísceras.

Na manhã daquele dia, levantou e disse que daria desfecho a situação que o envolvia. Foi para o trabalho maçante, almoçou e contou cada minuto daquele dia como se fossem intermináveis horas que lhe separavam da resposta que teria no fim da tarde. Enfim, ligou. Após vários toques, a chamada caí na caixa postal. Tenta novamente e é atendido.
O que não lhe ocorreu é que a menina possuía, em sua ínfima existência, uma vida para protagonizar. Sonhos, planos, projetos, muitas coisas que se não tivessem em andamento, não teriam tempo de ser vividas. Após os rodeios naturais das mulheres, feitos quando não pretendem decepcionar um coração já decepcionado, a atriz recusa seu papel e deixa o palco.

Durante toda sua vida, as coisas nunca saíram do script. Ele nunca saíra do script, agia sempre como esperassem que ele agisse, controlava seus instintos agressivos, se moldava e se matava dia a dia, repressão após repressão. Hoje, ninguém mais o reprimiria.

Nem hoje nem nunca mais.

Andava lentamente pela madrugada fria e úmida. Já estava morto quando começou a beber. Já estava morto hoje de manhã, ontem de manhã, há muito tempo sua essência se esvaíra; a diferença é que respirava.
Do alto do viaduto, luzes pequenas passavam ágeis de um lado a outro da avenida aos seus pés. Luzes que pequenas, maiores e maiores, o engoliram de uma vez.

Um baque surdo soou no tráfego

Passando a limpo…

Algumas observações iniciais: Escrevi esse post uma semana atrás, não ia postá-lo por estar atrasado, mas eu gostei dele então vou postar atrasado mesmo 😛
Olá pessoas! Já faz um tempinho que não fico por essas bandas, espero que isso me seja recompensado no final do ano. Esse post teve que ser anotado num caderno antes, porque meu computador fez o obséquio de pifar (formatei à pouco, perdi quase todos meus arquivos :-() Acontece.. mas não foi pra isso que comecei a escrever!
Queria falar da vida, do mundo e coisa e tal, mas não que que você, caro leitor, me processe por entediá-lo. Falemos então do meu último final de semana \o/
-> Obs.: Não, não vou escrever um resumo com macetes pra estudar Física Elétrica hoje, nem amanhã, talvez em outubro… Meu final de semana foi melhor que isso.
Escrever no caderno é tenso, minha letra é horrível (eu quero Medicina mesmo, whatever, haha). Antes de falar do final de semana, falemos de minha segunda-feira (retrasada):

Segunda-feira, 17 de maio de 2010

São 7:30h da manhã e eu estou no Bloco de Odonto da Unimar esperando uma consulta no oftalmo (viu porque eu não quero fazer Med lá? O exame oftalmológico é NO BLOCO DA ODONTO!). Tá, aí meu pai desiste de esperar e 30 segundos depois dele sair me chamam:
-Carolina Gooomes!
– Eu…
– Me acompanhe, por favor.
*Imagine uma sala com, sei lá, 15 residentes da Unimar e uma professora ao lado de uma big máquina de exame oftalmológico*
A professora, segurando um palito desenhado – Avise quando comear a distorcer enquanto eu aproximo…
– Aí, embaralhou…
– Hm, como vocês podem notar, ela tem um ponto de convergência afastado, devido também à distancia entre os olhos dela na anatomia do rosto…
– ¬¬”

Aí ela fez uma caralhada de exames na big máquina e passou a receita:
-Quantos graus, Dra.?
-Bom, no olho direito são só 0,25º de hipermetropia, mas no esquerdo você tem 0,50º de astigmatismo…
Caramba, e eu sempre preferi a esquerda! Pensei comigo: “Puta viadagem, somando os dois não dá nem um grau inteiro!”. Ok.
Nesta mesma semana me zoaram por eu estar lendo jornal na biblioteca com o nariz enfiado na mesa (né, Sagatiba!) então resolvi acelerar a compra do óculos.

Sexta feira, 21 de maio de 2010

Peguei meu óculos na ótica! Me atrapalhei e ainda me atrapalho horrores pra me acostmar com ele, me surpreendi maravilhada por notar as perninhas de um inseto no vidro do ônibus e volta e meia me esqueço de colocá-los (ou de tirá-los, eram só para leitura).
O pessoal do cursinho combinou de ir ao Habbib’s após a aula e tipo… foi muito legal! Me lembrei de quando eu ia depois do CAUM beber no Kanashiro conversar com minhas amigas, há algum tmepo eu não fazia isso…
Obs.: Não comprem pizza no Habbib’s! É bizarra, juro! Peguem as bib esfihas:práticas, baratas e com quilos de cebola 😀 (ok, eu curto cebola).
Sábado, 22 de maio de 2010
Após chegar meia noite em casa e ficar acordada até a 1:30h, tive aula às 8h da manhã (Matemática Básica, diliça ♥). O despertador (meu celular) não tocou, acordei atrasada e fui tomar meu café da manhã no Café do Feirante (é perto da Famema e o capuccino de lá é ótimo *-*). Ainda cheguei a tempo 😀
Ànoite eu fui pra virada cultural:

Teve várias coisas, algumas bandas, mas o que eu curti mais foi o show do Cachorro Grande (que eu nunca tinha ouvido :O) e o Humor de Salto Alto (stand up, fiquei desconfiada quando vi no cronograma, mas foi muito bom, viu?). Voltei às 6:00h da manhã com o 1º ônibus (glamour, né?), hahaha! Azamiga fizeram uma ótima companhia, tenho que frisar, mas foi bem inédito pra mim.
Domingo, 23 de maio de 2010
O dia foi improdutivo, obviamente, mas à tarde fui pro show do Paralamas que encerrava a virada \o/
O Hebert Viana ainda toca e canta bem pra caralho se querem saber! Entre várias músicas, ele tocou uma do Raul (Sociedade Alternativa) e no meio do show eu vi um cara erguendo o óculos [?]. A Rosi me explicou que ele queria que tocasse a música “Óculos” (e eu, lerda, custei a lembrar qual era). Me animei: com muito custo peguei o óculos de dentro da bolsa e ergui pra pedir a tal música também! O Hebert, por uma fração de segundos, olhou pra mim e deu uma risada, mas não tocou em seguida *sinta minha indignação*, muito esperto, ele tocou na saideira *-* Porra, foi muito lindo!
Bem, se você teve paciência de ler tudo, preciso te agradecer 🙂 Verei se posto com uma frequencia maior aqui, mas meu tempo anda corrido (no final de semana ele voa). No mais, é o que temos para esse post.
Abraço aos imortais!
Oh ooh, porque você não olha pra mim…