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… são os que se referem a qualquer recuperação. Recuperar-se é um processo lento e contínuo, em específico quando o ser que se recupera não lembra da última vez em que teve certeza de que estava bem.

Ninguém é parabenizado por pôr-se de pé outra vez. Não existem pódios de chegada aos que voltam à estaca zero.

Recomeçar não é fácil, não é agradável e nem sempre é promissor. Recomeçar remete a reinterar uma tarefa que, de tão exaustiva, não foi concluída na última tentativa.

E sozinha tudo anda mais devagar.

Mas não é bom contar com outras pessoas. “Apegue-se apenas as metas, não às coisas ou às pessoas.” Talvez eu tenha dito para mim mesma.

“Insanity: doing the same thing over and over again and expecting different results.”
Albert Einstein

E quanto às pessoas?

Elas seguem e é melhor pra você que você siga também.

 

 

 

PS: Mas nada mais importa porque o Haddad não é mais ministro da Educação

 

E que venha o ENEM, o Sisu e outras maldições.

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Já ouvi muito não. Muito “não dessa vez, tente mais”. Muito “você não conseguirá”.

E depois de ouvir muitos, muitos “não’s”, vieram SIM’s de onde não se esperava.

Mesmo tendo ouvido muito não nessa vida, dizê-los dói.

“Mas não é medicina.”

“Porque a vida é muito curta para se fazer o que não se quer, para satisfazer as outras pessoas.”

 

Obs: Apaguei a nota no paint sim, por que? hahahahaha Brimks, é pra evitar mal-olhado (tipo meu pai olhando feio porque achou que a nota era maior)

Negativas

Não há fome, não há cansaço, não há dor.

Os dias são curtos e as noites são longas. Estas, em claro, quase sempre.

A tensão é palpável. A competitividade, óbvia.

O comer vira abastecer e o dormir, recarregar.

Tudo bem insalubre: Seja por fora, seja por dentro.

Os risos se tornam doentios e os silêncios, perturbadores.

Uma menção, uma cobrança da mais sutil pode ser “A Borboleta do Caos”

Nos ponteiros dos relógios, apenas movimentos circulares. As horas apenas passam.

There’s no hope.

 

 

 

Um adendo:

Se você é positivista, meus parabéns. Existem outras 54 publicações nas quais você pode exprimir sua visão otimista e de bem com a vida, mas nessa não. Ora, também não quero que você seja pessimista como essa publicação ou que tenha mais pensamentos assim. Por que eu escrevi? Para tirar de mim. Vai passar.

 

 

Outro adendo:

Resta alguma dúvida de que estou falando da proximidade do ENEM  vestibular?

 

“More than this

Whatever it is

Baby, I hate days like this” [2]

(Não, eu não li esse livro. Ainda)

O mundo não acabou. Passamos mais um dia do vestibulando (24 de maio, que é também aniversário da minha mãe) e hoje é dia do nerd.

Que virou uma grande modinha ¬¬”

Mas whatever, esse não é um post pseudo-cult dizendo o quão ruim é esse monte de gente se denominando nerd, nem pra falar do boato do twitter do Restart ter acabado.

É mais um post pra dizer: I still alive. E sem querer atualizar o blog simplesmente porque as coisas andam bem inconstantes (ainda que elas sempre foram inconstantes e isso nunca me impediu de atualizar).

Na boa, eu espero que meu professor de redação não leia isso, ficaria decepcionado, rs.

Mas se querem notícias, estou na lista de espera de um concurso público e esperando notícias de outro (que tive uma pontuação legal e só não falo em números porque dá azar shaushuashaus) e isso não quer dizer que eu desisti de medicina (como me foi sugerido). Quer dizer que eu posso ter um emprego sussa e fazer um cursinho lindo noturno.

Tá, vou falar: estou com abstinência de cursinho. Sério cara. This is so…

E metade da culpa por eu ficar tanto tempo sem alimentar meu amado blog foi por estar sem internet. Mas agora estou com essa net linda aqui *-*

Mantendo a inconstância entre os assuntos, o Enem abriu inscrições essa semana e se vocês quiserem saber o quanto eu ODEIO E EXCOMUNGO o Enem, o Haddad e afins, podem fuçar no arquivo do blog, coisa que eu faria se não estivesse com tanto desânimo.

Não vai, vou deixar o link. Esse é de 2010 e esse é o de 2009 e eu prestei em 2008 como treineiro no 2º ano, mas ainda não tinha o blog. Caralho, tô ficando velha 😦

Aliás, tenho péssimos flash’s do ENEM 2008. Coisas como astigmatismo, prova cor-de-rosa, fome, Texas tocando sertanejo universitário ao lado da Unimar, eu me perdendo na Unimar, eu perdendo meu pai no Texas, fome, raiva, “porra não vai dar tempo”, “essa prova não acaba mais?”, “i can’t see anything”, “mimimi”…

Ah, meus tempos de noob vestibulanda *-* Achei a prova extensa porque ainda não tinha prestado Unesp. Ou Famema. Ou USP. Enfim… E eu ainda me perco na Unimar :/ E ainda odeio o Texas.

Voltarei a escrever quando estiver mais criativa e menos epifânica.

Abraço aos imortais

Que seja dito

Que seja dito que não passei, nem na Famema, nem em nenhuma outra (poupo-os da listagem dos fracassos).

Que seja dito que não estou surpresa. Decepcionada sim. Triste, ainda mais. Mas não é fácil e nunca me enganaram quanto a isso.

Que seja dito que me esforcei. Talvez pudesse ter feito mais, mas nunca fiz tanto por nada. Nunca caminhei tanto…

Que seja dito que não sei ainda o que farei e como farei, mas que não desisti.

Sim, continua sendo Medicina. Ontem, hoje e amanhã.

E tenho dito.

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Saudações aos Vestibulandos de Medicina (os da comunidade do Orkut, os do cursinho, os do twitter) que me acompanharam durante o ano.

Saudações ao Rafa, amigo de crises e exercícios de química, de reflexões no ônibus ao voltar do cursinho (Industrial, kkkkk), de provas em lugares bizarros, de esperanças, projetos e demais loucuras que os sonhadores se dão ao capricho.

Saudações a você, caro leitor, que acompanhou cada uma das reflexões esdrúxulas de mais um ano.

Obviamente, tem mais zilhões de saudações que eu gostaria de colocar, mas não quero cometer o pecado de esquecer de alguém. Não se sintam esquecidos, por favor!

Por hora, é o que temos.

 

Abraço aos imortais.

Mitos a parte: Fuvest

No episódio anterior:

Prestei Enem, Unesp e Unicamp. Pelo calendário, faltava Fuvest, Famema e Unifesp. No auge da minha felicidade por ter atendido as expectativas da banca de redação da unicamp (pelo menos eu acho, né? shausahahsuhsu) nem tava me estressando com a Fuvest, afinal, quem é que queria ter aula de genética com a Mayana Zatz, não é mesmo? ~ironia fina~

♫ Quem tem medo da fuvest, da fuvest, da fuvest? ♫

Os porquinhos cantando não prestam Medicina, eu sou o porquinho construindo a casa e a Fuvest, o lobo mau (dica, né?). Ah, e eu não sei construir, logo a casa caiu. Literalmente

 

E ontem eu fiz a tal da prova da Fuvest. Eu já tinha feito N simulados, fuvestões e afins, mas nunca tinha feito a prova em si. Que por sinal, é surreal.

Senta que lá vem estória:

Comecei a prova. Minha sala tinha 20 alunos e era provavelmente a única do campus da Unesp que tinha umas cadeiras parecidas com poltronas lindas e fofinhas. Pensei comigo “bom sinal”.

Ah, as ilusões…

Ah, e era uma sala no térreo. SEM AR CONDICIONADO (ao passar pelo termômetro da rua, mesmo estando em cima da hora, notei que faziam belíssimos 33ºC. Sensação térmica: 50ºC).

Mas, porém, entretanto, todavia, nas circunstâncias inscritas na ocasião em questão, havia uma porta de vidro, que dava pro gramado da Unesp. Bem, vale ressaltar que a FFC (Unesp – Marília) é um campus com 99,8% de gramado, banquinhos entre árvores e coisas do gênero. Eu, particularmente, adorava isso quando fazia cursinho lá (e imagino que a galerë da filosofia e da ciências sociais também curta). A fiscal, muito gente boa, por sinal, pediu para abrirem a porta. \o/

Nossa prova foi praticamente ao ar livre, sahsuhasusahshahus. O que, naquele calor louco, foi um alívio.

Nessa hora, eu nem tava tão nervosa. Na verdade, tava desesperançada demais pra estar nervosa.

A relatividade do tempo é uma coisa louca, né? Até o Machado achava isso! Mas a questão é que os 15 minutos antes da fiscal entregar a prova são… eternos! Parecem horas, juro!

Mas algumas horas depois ela entregou a prova. “Caraca, o que que eu faço? Já vi que não presta começar por matemática então… ai, Biologia, isso!”. Ah prova de Biologia nem tava tão louca assim. Consegui fazer as questões e fui pra química.

Vale lembrar que eu fechei o Ensino Médio sem saber balancear uma droga de uma equação. Gente, é verdade isso. Tapa na face da campanha dos tucanos “São Paulo, cada vez melhor”.

Mas, INCRIVELMENTE, consegui fazer a prova de química. Sério cara, consegui. Ai eu tava muito feliz e não queria estragar a felicidade. Fui pra História. De história pra umas questões interdisciplinares ESTRANHÍSSIMAS e delas pra Geografia. De lá pra português (e caiu literatura na primeira fase, sendo que no dia anterior eu tinha falado que era só na segunda HAHAHA fail :/) mas até aí tudo bem. Sei que chegou uma hora que não tinha mais escolha, eu tinha que começar a me arriscar nas contas. Aí eu fui pra Matemática.

Vou te comer, vou te comer

Gzuis, o que era aquilo! Gente, aquela prova veio do além, sério. SÉRIO, CARA! Vocês não acreditam em bicho papão? Pega a prova de matemática da Fuvest e põe embaixo da cama. Não tem criança que durma!

Me senti como quando estava no 2º colegial e fiz meu primeiro simulado da Fuvest (do objetivo hahaha). Ainda não sei se parte do meu desespero se deve a canseira da prova, ou se eu não sei matemática mesmo, rs. Mas sei que não rolou aquelas questões. Isso mesmo, simplesmente NÃO ROLOU.

E não é que o bicho pegou, gente? (alusão ao post anterior, rs)

Ontem, corrigindo o gabarito, voltei a pensar em como eu seria uma ótima garçonete. Crises a parte, eu preciso de uma semana linda e renovadora, que me dê novas forças pra Famema, no domingo.

Entei, ajuda!

Singularidades

E este é o post que eu adiei, procrastinei, mas me vejo inclinada a escrever. Já tenho 19 anos (fiz feixtinha no cursinho, foi tão legaaal *.*), já prestei o ENEM (Haddad sem mãe), a UNESP (desconsolo) e a UNICAMP (loucura, loucura). Já surtei, esperneei, disse que isso não era pra mim e pensei em como eu seria uma ótima garçonete (ou não, minha coordenação motora é um desastre).

~~~~~~PAUSE~~~~~~~

Aí você, seu lindo, se pergunta: “puts, mas ela não vai ser médica? Bisturi… suturas… ela não tinha que PELO MENOS TER UMA COORDENAÇÃO MOTORA DECENTE?”. Isso eu resolvo depois… (posso começar a fazer tricô, que nem a Izzy do Greys Anatomy).

~~~~~~PLAY~~~~~~


Bom, já que falei que fiz as provas, deixa eu contar minhas críticas não-construtivas sobre elas, né?

(continue lendo essa porcaria)

Continue lendo

Outubro

“Outubro, por favor, faça tudo dar certo. Ou só menos errado. Só por um mês, faça tudo dar certo, depois veremos o que vamos fazer em novembro…”   Caio Fernando Abreu

Obviamente, estou tensa. Inflamações vestibulísticas a parte (outubrite, maionite, setembrite) tenho conseguido estudar alucinadamente. Minhas coisas estão uma bagunça e faz tempo que não sei o que é ficar sem ter o que fazer, mas estou bem.

Querem ver meu calendário? Só fiz até dezembro, mas serve:

Proíbo críticas quanto ao uso do Paint, ok?

Vcs viram algum final de semana livre ali em novembro?

Não? Puxa olha de novo.

Nada?

É, eu tb não ._.

Incrível eu escrever um post sobre outubro nas últimas semanas, né? Mas minha criatividade [?] anda meio baixa, e sinceramente, não sei como vcs aguentam me ler 😦  Juro que até eu me enjoô com essa chatisse toda, rs.

Cara, eu estudei. Estudei como nem sabia que podia estudar, e quero ver frutos. Se não for uma aprovação, ao menos resultados melhores que os do ano passado… Mas eu quero mesmo é a aprovação, hahaha

E manja aquela sensação de ‘cavalo de corrida’? Todo mundo apostando em vc, torcendo por vc, e dá um medo danado de não atender as expectativas… E eu só quero mesmo que tudo dê certo em outubro, que as coisas andem direitinho e em novembro eu vejo o que faço.

Muitos dos meus amigos já desistiram de tentar me recuperar da ilha do vestibular, aquela que eu citei há alguns pos’ts. Acredite, eu acho melhor assim. Mas até tenho saído algumas vezes, então não enlouqueci ainda não 🙂

Meu aniversário tá chegando e isso não é uma cobrança por presentes e algo me preocupa: vou fazer 19 anos. Ano que vem, meus colegas de Ensino Médio (fora aqueles que estão casando e tendo filhos, SHAUSHUAHSUAHSUAHUSAHUSA ou aqueles que não resolveram nada da vida) vão para o segundo ano de faculdade… Na verdade eu nem ligo, cada curso bocó na Unimar que esse povo tá fazendo, eu hein? rs

Bom, observando o calendário, notasse que a primeira prova é

O ENEM

Quem lembra no ano passado quando eu xinguei loucamente o Enem 2009?  So… I need tell a secret!

Nunca dei a mínima bola pro ENEM. No Segundo ano, quando prestei e vi que a prova era… babaca, criei uma imagem meio pejorativa do ENEM. Aí TODAS AS UNIVERSIDADES RESOLVERAM QUE O ENEM RULEIA. Eu que fiz a prova ‘nas coxas’ me ferrei (y). E esse ano, com a paulista usando como PRIMEIRA FASE e a Ufscar usando como fase única, o cinto aperta, né?

On the other hand…

Se a prova desse ano for a mesma BALBÚRDIA do ano passado, eu não vou resistir e vou fazer mais um post exclusivo de críticas não-construtivas hehehe

Aí depois do ENEM a coisa desbunda de uma vez, com todas as provas acontecendo na sequencia e lá, na primeira semana de dezembro está o amor da minha vida:  a FAMEMA!

Eu só queria um lugar confortável dentro daquela faculdade linda na qual fiz cursinho esse ano. Podia levar uma surra em todas as outras provas. Podia até ser aprovada pras segundas fases em janeiro QUE NEM IRIA PRESTAR! Mas eu queria ir pra lá…

É com esse clima de tensão, expectativas, desespero e chocolates com café que tenho vivido. No que isso dará?

Cenas dos próximos capítulos 😀

Eu quero mesmo é dizer, caro leitor, que estou feliz por compartilhar contigo essa coisa bagunçada que é meu humor. E que comentar no blog alheio não arranca pedaço, viu? hsuahsuahusahshauhsa E pedir desculpas pelos grandes tempos de ausência…  creio que tu desconfies o motivo!

So, that’s it!

Abraço aos imortais!

Wilsoooon…?

Gostaram do meu cabelo novo? SHUASHUAHSAHSA

E aí, tudo certo? Acharam que eu tinha morrido, né? Não, não morri. Ainda.

É agosto. Trocadilhos a parte com o mes do desgosto, as coisas andam bem tensas. Tenho estudado num ritmo alucinado e tenho tido alguns chiliques. Coisas de vestibulando.

No começo do ano, e até antes das férias, os intervalos entre as aulas eram curtos e… barulhentos! Muitas risadas, gente conversando e fazendo piadas, parecia que passava voando. No intervalo de ontem constatei: estamos todos MUITO tensos. Cara, tava tudo tão quieto! E já faz alguns dias que o intervalo parece interminável, mas o tempo não variou. É meu amigo, a tensão afeta a todos os envolvidos, mais cedo ou mais tarde.

Já deixei registrada a minha indignação por vestibulares cujas datas coincindem, né? Porra, Paraná, qualé teu problema com os paulistas, hein? Porra UEL, qualé teu problema com a UFPR, hein? Tá louca, fia? hunf!

E ao que me consta, a prova da Famema esse ano vai ser uma das últimas que vou prestar, assim como o ano passado (sem contar as segundas fases, isso é outro problema).

Se eu pudesse dar uma dica pra quem vai prestar vestibular no ano que vem e ainda não está tendo que estudar, essa dica seria: Quer ler alguma coisa legal? Qualquer coisa, desde Sherlock Holmes, Lygia F. Telles, Saramago até… Crepúsculo?! Meu, então LEIA, PORQUE ANO QUE VEM NÃO VAI DAR TEMPO, VOCÊ VAI TER 2019827317317 OBRAS MALDITAS PRÉ VESTIBULAR + 28317070301 GUIAS DO ESTUDANTE PESANDO NA SUA AGENDA. Fica a dica!

Quem leu meu último post deve ter saído daqui com cara de ” o_O WTF, ela nunca postou contos, será que um alien dominou a Carol?” Não, nenhum alien me dominou, mas eu sempre morri de vontade de postar um conto pra ver no que dava. Segredo: Tenho um caderno velho com vários textos do tipo contos ou crônicas, falta é coragem pra postar; e tempo pra escrever boas leituras. A tendência da falta de tempo é piorar.

Vocês devem (ou deveriam) ter notado que minha escrita tá bem aciclica, né? Tipo, tem várias coisas que gostaria de falar, mas quando vou escrevê-las… elas somem! Tô fazendo plantão de redação pra melhorar isso, shaushauhsauhsuahsua

Aconteceu muita coisa. Meu gato morreu 😦 Nossa, chorei horrores, era muito apegada a ele (ainda tem uma foto minha com o Chechel no fundo do meu celular), tinha ele há dois anos. Quem teve gato sabe, é complicado. Mas já passou. E fui doar sangue, pela primeira vez! Meu Deus, aquilo não é uma agulha, é uma tubulação, cacete! Brincadeira pessoas, não se intimidem com a agulha de diâmetro gigante, vale a pena. Se serve de consôlo, o lanchinho deles é legal 🙂

Mais uma das novidades é meu novo vício: Grey’s Anatomy! Pra quem não conhece, é uma série que se passa num hospital com residentes da cirurgia. Quando me falaram, eu pensei: Ai, mais uma daquelas séries mimimi pra pessoas viciadas em coisas sangrentas e que não aguentam mais assistir Jogos Mortais. Não, não é bem assim, guys!

Grey’s Anatomy é sim uma série pra estômagos corajosos, mas tem mais! Tem um enredo ótimo, uma trilha sonora super e diálogos bem bolados. Vou postar um trecho dentre os favoritos:

Ep.4: -“As vezes a realidade tem um jeito de se esgueirar e nos morder o calcanhar. E quando a represa explode, só nos resta nadar. O mundo do fingimento é uma gaiola, não um casulo; só conseguimos nos enganar por um tempo. Nós nos cansamos, nós temos medo, e negar não muda a verdade.  Mais cedo ou mais tarde temos que parar de negar e encarar o medo, com nossas armas em punho. A negação não é uma poça d’água: é um oceano enorme. Então, o que que a gente faz pra não se afogar?” (Meredith Grey)

Nhaim, é lindo, não é? Ai gente, é minha terapia, a forma como eu me divirto antes de estudar aquelas coisas horrendas de matemática.

Esse post ficou estranho, mas por hora é o que temos. Foi mal gente, tenho que estudar (e fazer as unhas, meu Deus, olha só pra isso!) Beijão, rs

Ilha

Guarujá, a pacata (mas não tão pacata assim) cidade onde nasceu essa que vos tecla, é conhecida também como Ilha do Sol (marilienses de plantão, acreditem em mim, chega a QUARENTA E TRÊS FUCKING GRAUS CELSIUS no verão). Não, apesar das saudades, não é essa a ilha do título.

É bem verdade também que digo que Marília tratasse de uma ilha de civilização (nem tão civilizada assim) cercada de sítios e fazendas por todos os lados. Mas também não é exatamente esse o tema do post.

A ilha que inspira o título na verdade é psicológica (tenho medo de usar essa palavra, coisas de gente leiga).  Trata-se de uma ilha de comodismo, sono, comida, preguiça,  estudos e coisas estranhas como rock ‘n’ roll 😛

Ah, droga, sempre que eu tento escrever um post sério acabo sei lá, informalizando-o. Enfim, é o que temos 🙂

Bom, o fato é que tenho me isolado, e quanto mais tento me isolar, mais os amigos vem me procurar: oferecer visitas, pedir visitas, me chamar pra sair e coisas do gênero. Não sei se vocês já desconfiavam disso, mas não sou do tipo popular ou festeira (vide tag é sábado e estou na frente do computador, haha) e apesar de gostar muito dos meus amigos e falar freneticamente quando estou com eles, gosto de ficar sozinha. Assim sendo, é bem raro quando me convencem a sair, a visitar ou mesmo a ser visitada. Sei que isso é de uma filhadaputagem sem proporções, afinal fica difícil manter amizades assim, e meu gênio já não é lá aquelas coisas. Nada disso me motiva a mudar, e os estudos também não colaboram.

Dificilmente você irá achar um vestibulando de Medicina sincero dizendo que acha que estuda mais que o suficiente. Isso porque essa quantia não existe! Tipo, você pode estudar até estourar, sempre (quando que é sempre? SEMPRE!) e ainda assim vai achar que é pouco. Não é diferente comigo. Meu humor anda um fiasco (oi, nenhuma TPM dura meses, tá?), tenho dormido muito, comido mais ainda e me exercitado nadinha. Tenho estudado relativamente mal, lido relativamente nada e me preocupado bastante. Feelings de uma montanha russa emocional, se querem saber.

Mas existe na minha ilha uma ponte. Algo que me ajuda na comunicação com o mundo lá fora, que me distrai e me informa de coisas importantes ou não. Meus queridos, o nome disso é Twitter!

Acredite, essa porcariazinha de 140 caracteres vicia insanamente.  Mais que orkut, msn e chocolate. Se quiserem me achar, estou por aquelas bandas pelo menos uma ou outra hora por dia. Lá eu reclamo, me informo, revejo alguns friends, conheço outros, reclamo mais um pouco e saio pra estudar. É legal 🙂

Bom, por hora é isso. Tenho feito alguns simulados, tomado alguns sustos (faculdades lindas marcando vestibular na mesma data, isso me estressa) e avaliado mil e duas possibilidades. Vai dar tudo certo. So I hope.

Abraço aos imortais!